Meu coração está apertado com todo sofrimento que o Japão está passando com o terremoto e tsunami. Eles decidiram vender alguns artigos da Ferrari aqui no trabalho para arrecadar dinheiro para o Japão.
Tinha um monte de coisas legais, comprei um moletom, camiseta e boné para o meu pai, uma blusa para mim e um guarda-chuva da Ferrari (er, um guarda-sol acho, já que ele é feito de pano e aparentemente não protege de chuva nenhuma…)
Aí eu peguei a sacola com tudo e fui buscar a Claire na escola. Ela perguntou se eu tinha algum presente para ela. Como tudo era tamanho adulto, eu tentei empurrar o boné para ela, para ela não se sentir excluída.
Ela não engoliu muito, tipo “ah, mamãe, esse boné não é do meu tamanho…”. Quando a gente chegou no carro, ela começou a reclamar “Não tem nada para mim!”
Eu decidi então explicar para ela o porquê de eu ter comprado tudo aquilo. “Claire, você lembra aquelas cenas que a gente viu pela televisão? De tudo tremendo? Da água vindo e levando todos os carros, destruindo as casas? Muita gente morreu. Tem muita gente sem casa agora e com fome… Por isso que eu comprei essas coisas, o dinheiro vai ajudar as pessoas que estão lá no Japão.”
Um minuto depois, eu passo em frente ao lago com o carro. Ela olha para o lado e diz… “Mamãe, cuidado com a água! Cuidado, vai que tem uma onda grande como aquela e leva o nosso carro embora com a gente dentro?!”
A gente chegou em casa, eu dei os presentes para o meu pai e ela não reclamou… Enquanto eu virava as costas para voltar para o trabalho ela me diz: “Mamãe, toma cuidado ao dirigir de volta tá? Cuidado com a água!”
Tinha um monte de coisas legais, comprei um moletom, camiseta e boné para o meu pai, uma blusa para mim e um guarda-chuva da Ferrari (er, um guarda-sol acho, já que ele é feito de pano e aparentemente não protege de chuva nenhuma…)
Aí eu peguei a sacola com tudo e fui buscar a Claire na escola. Ela perguntou se eu tinha algum presente para ela. Como tudo era tamanho adulto, eu tentei empurrar o boné para ela, para ela não se sentir excluída.
Ela não engoliu muito, tipo “ah, mamãe, esse boné não é do meu tamanho…”. Quando a gente chegou no carro, ela começou a reclamar “Não tem nada para mim!”
Eu decidi então explicar para ela o porquê de eu ter comprado tudo aquilo. “Claire, você lembra aquelas cenas que a gente viu pela televisão? De tudo tremendo? Da água vindo e levando todos os carros, destruindo as casas? Muita gente morreu. Tem muita gente sem casa agora e com fome… Por isso que eu comprei essas coisas, o dinheiro vai ajudar as pessoas que estão lá no Japão.”
Um minuto depois, eu passo em frente ao lago com o carro. Ela olha para o lado e diz… “Mamãe, cuidado com a água! Cuidado, vai que tem uma onda grande como aquela e leva o nosso carro embora com a gente dentro?!”
A gente chegou em casa, eu dei os presentes para o meu pai e ela não reclamou… Enquanto eu virava as costas para voltar para o trabalho ela me diz: “Mamãe, toma cuidado ao dirigir de volta tá? Cuidado com a água!”
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